Eu também vi o tatu

Outubro 25, 2008

Você já ouviu falar que a pronúncia do T, em inglês, é explosiva? Ou sabe o que tem a ver “thank you” com docinho de pêssego? Pois eu lhes apresento Arthur, um professor de inglês que se utiliza de conceitos diferentes para ensinar – em vídeos curtos, nada cansativos – dicas que melhoram a nossa pronúncia de palavras da língua inglesa:

O T explosivo

Melhorando a pronúncia do “TH”

Pronúncia de palavras que terminam com “e”

Pronúncia de palavras parecidas

Útil, não?

Tem mais vídeos dele aqui.


McGyver de bolso

Junho 27, 2008

Imagem por Ilaria Lab

Com preços cada vez mais acessíveis, os pendrives conquistam um espaço maior a cada dia. Por serem mais práticos de se carregar do que um disquete e menos frágeis do que um CD, os pequenos são levados para as aulas, para o trabalho, ou mesmo utilizados como chaveiros.

Mas há um outro fator multi-uso dos pendrives que vem igualmente crescendo: programas portáteis, os chamados portable apps. Portable apps são versões “enxugadas” daqueles programas que usamos diariamente (ou não) no desktop, a fim de serem utilizados fora de casa por diversos motivos, inclusive quando você precisa prestar aquela assistência técnica para aquele seu tio que não é lá muito amigo dos computadores. Assim, não é necessário queimar um CD apenas para instalar um programa – sem contar a taxa de transferência para o pendrive, que é bem mais rápida.

Outra grande vantagem é que os programas e arquivos rodados direto do pendrive não deixam qualquer tipo de rastro ou arquivo no computador, o que garante sua privacidade e segurança.

Quer um exemplo de portable app? O OpenOffice, um editor de textos, planilhas e apresentações, que pode substituir toda a suíte Office. Inclusive, lê e salva em formatos do Office (doc, xls, etc), o que é ótimo para alterar alguma coisa fora de casa e em cima da hora caso seja necessário. O melhor? Ele é grátis. Mas grátis mesmo, nada de gambiarras envolvendo serial e essas coisas todas.

Outro? Audacity Portable. Cria e edita arquivos de áudio, com possibilidade de aplicar efeitos e ajustes no som, para então salvar em MP3 ou outro formato áudio desejado. Ainda no setor multimídia, temos o GIMP, excelente programa de edição de imagens que, para muitos, substitui perfeitamente o Photoshop.

Mais um? FireFox Portable. O mesmo browser que você usa no seu computador está no seu pendrive, sem qualquer modificação. Qual é a vantagem de ter um browser no pendrive? , você pergunta. E a resposta é simples: nenhum dado fica salvo no computador, apenas no seu pendrive. Em outras palavras, você não deixa rastro algum.

E tem também cliente FTP, gerenciador de calendários, cliente e-mail, reprodutor de qualquer arquivo de mídia, e por aí vai. A lista é grande, para todos os gostos, necessidades e capacidades de armazenamento. Para ver todos, acesse o PortableApps.com , principal distribuidor de versões de bolso dos programas conhecidos e mais utilizados.
Todos esses programas possuem seu próprio instalador, que por sinal não é nada complicado: basta espetar o pendrive no computador e executar o arquivo baixado. Caso não queira mais usar, basta deletar – como se deleta qualquer arquivo. Simples e prático.


WebOS – você conhece?

Junho 19, 2008

Com o advento da web 2.0, a tendência de desenvolver soluções que rodem diretamente online cresce cada vez mais. Enquanto alguns mantém o pé atrás diante de novas aplicações como o Google Docs e Zoho, outros já mergulharam nessas inovações, utilizando-as freqüentemente. Em suma, a proposta é o serviço estar sempre disponível para você – basta uma conexão com a internet. Caso esteja sem seu computador, você não precisa instalar o Word ou o OpenOffice em uma máquina para fazer modificações naquele seu texto ou naquela sua planilha importante: basta acessar o site e pronto.

O conceito cresceu, e a idéia que antes parecia inacessível hoje é uma realidade: um sistema operacional online. Isso mesmo, sem precisar instalar nada no seu computador.

É claro que ainda é muito limitado, mas as possibilidades são muito amplas. Basta criar uma conta e acessar sua própria “máquina virtual”, que permite – entre outras funções – criar (e salvar!) documentos online. Ao terminar o que você queria fazer, basta efetuar o logoff e tudo ficará salvo. No próximo acesso, tudo estará exatamente como foi deixado no último uso – assim como o computador de nossa casa ou trabalho.

A idéia vem para ajudar aqueles que necessitam de um acesso livre, por assim dizer, sem a preocupação de sincronizar arquivos entre vários computadores diferentes. Se você já esteve em uma situação parecida e se interessou pela idéia, ou então quer apenas experimentar, o g.ho.st é uma boa alternativa:

g.ho.st em ação

g.ho.st em ação – clique para ampliar

Ele permite o acesso como convidado (guest), e se gostar, basta criar uma conta. Grátis. Outra alternativa em português é o Codeorama, feito por brasileiros: http://www.codeorama.com/logon.asp

Confira também um post do lednert, listando vários outros WebOS.